Pesquisadoras da LUPA premiadas na 34ª Reunião Brasileira de Antropologia

13/08/2024 10:01

 

Com muita alegria, compartilhamos registros das premiações de nossas pesquisadoras da LUPA. A pesquisadora Gabriela Fortunato Castro pelo trabalho “Direitos humanos, transformações e continuidades: Uma etnografia da Comissão de Direitos Humanos da Associação Brasileira de Antropologia”; e a pesquisadora Jo Pedro Klinkerfus pelo trabalho “Da ‘nota de pesar’ à ‘injustiça agressão’: Uma etnografia das narrativas sobre mortes escritas pela PMSC”, ambos com orientação da professora Flavia Medeiros (UFSC).

Celebramos em coletivo esses trabalhos. 👏👏🏿👏🏾👏🏽👏🏼👏🏻

Parabéns Gabriela, pela menção honrosa na categoria Graduação do XI Prêmio Antropologia e Direitos Humanos na 34ª Reunião Brasileira de Antropologia

Sobre o prêmio “Antropologia e Direitos Humanos” da ABA:

Há mais de 20 anos, a ABA elegeu os Direitos Humanos como tema de concurso de monografias, em virtude da contribuição crítica que a Antropologia brasileira tem oferecido a esse campo teórico e político.

Nesta 11° edição, o PDH buscou estimular novas produções sobre o papel da antropologia, particularmente, os que enfatizaram reflexões sobre “pluralidade de saberes e práticas de pesquisa na antropologia”.

Parabéns Klinker, pelo X Prêmio Claude Lévi-Strauss, modalidade artigo, na categoria Graduação na na 34ª Reunião Brasileira de Antropologia.

Sobre o prêmio “Lévi-Strauss” da ABA:

A Associação Brasileira de Antropologia (ABA) lança a décima edição do Prêmio Lévi-Strauss como parte da programação da 34ª Reunião Brasileira de Antropologia (34ª RBA). O concurso é uma homenagem à contribuição de Claude Lévi-Strauss à Antropologia e visa estimular novas carreiras e dar visibilidade à produção original e de qualidade acadêmica desenvolvida na graduação.

LUPA na 34° Reunião Brasileira de Antropologia (RBA)

23/07/2024 09:31

Confira os integrantes da LUPA que estarão presentes na 34° Reunião Brasileira de Antropologia, que ocorrerá em Belo Horizonte (MG), entre os dias 23 e 26 de julho.

“Territórios vivos, corpos plurais. Antropologia e saberes críticos será o tema da 34ª edição. Ele alude às diferentes lutas sociais e resistências em defesa da vida, dos territórios e dos corpos plurais diante dos contextos de crise e violências vividos e observados no Brasil e no mundo, na contemporaneidade. […]” (Associação Brasileira de Antropologia)

INTEGRANTE TÍTULO DO TRABALHO GT SESSÃO
Flavia Medeiros Ebó Epistêmico: Propondo encruzilhadas e ressignificando a noção de extensão universitária. GT 21: Antropologia e Extensão Universitária
Gabriela Fortunato Castro “Direitos humanos, transformações e continuidades: uma etnografia da Comissão de Direitos Humanos da Associação Brasileira de Antropologia” GT 102: Transições democráticas e controle social: repensando marcações temporais Sessão 2
Bruna Overbeck Mapeando Privilégios: uma etnografia sobre a branquitude e a circulação de drogas no território de Florianópolis GT 95: Saberes Plurais em torno do uso de Drogas Sessão 1
Nicolas Roberto Quadros Notas Etnográficas Sobre os Presos em Regime Semiaberto na Penitenciária de Florianópolis GT 057: Etnografias em contextos de violência, criminalização e encarceramento Sessão 1
Rebeca de Souza Vieira A violência no corpo e na subjetividade: relatos etnográficos de esposas e companheiras de pessoas em situação prisional em Salvador e região metropolitana GT 057: Etnografias em contextos de violência, criminalização e encarceramento Sessão 1
Kellyn Gaiki Menegat “De que adianta escrever certo se a gente nem sabe se chegou ao destino”: reflexões acerca da relação intra e extramuros produzida pelas cartas no cotidiano prisional. GT 057: Etnografias em contextos de violência, criminalização e encarceramento Sessão 1
J.P. Barros Klinkerfus Etnografar o canal de YouTube da PMSC: questões teórico-metodológicas de uma etnografia com métodos mistos GT 015: Antropologia digital: experiências, transformações, desafios e dilemas Sessão 3
Larissa Teixeira Pires Reflexões sobre família, ciúmes e sexualidades entre pessoas não monogâmicas sob a luz da Antropologia das emoções. GT 012: Antropologia das Emoções Sessão 1
Arthur Paiva Octaviano A “Dupla-Vida” do Estado na Mobilização da Juventude Kaiowá e Guarani GT 055: Etnografias de processos de resistência de povos indígenas em Estados de Exceção Sessão 3
Natália Barroso Brandão Usos e consumos do laudo pericial no combate e prevenção à tortura nas audiências de custódia SE 06 – Antropologia, Direitos Humanos e Ciências Forenses Sessão 1

 

Oficina de redução de danos: “Política de drogas, autonomia e cuidado”

21/07/2024 08:00

No dia 09 de julho de 2024, no hall do Bloco A do CFH realizamos a Oficina de redução de danos: “Política de drogas, autonomia e cuidado”. O período da manhã contou com as discussões trazidas por integrantes da RENFA e do Coletivo Papo Reto/SC sobre os limites da política de drogas, as nuances da redução de danos, seus cenários e públicos-alvo, a necessidade de uma rede de afetos, como também a produção de “kits” de redução de danos na busca por autonomia e cuidado. Propondo-se a trazer o debate para o ambiente científico e estreitar a escuta com os movimentos sociais do município de Florianópolis. 

 Essa atividade foi realizada pela Lupa – Laboratório Universitário de Políticas, Direitos, Conflitos e Antropologia em parceira com a Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (RENFA); a partir da chamada de apoio a fomento Engaged Research Grant da Wenner Gren Foundation. O projeto também conta com apoio do Ppgas/Ufsc – Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social; da Rema – Rede Transnacional de pesquisas sobre Maternidades destituídas, violadas e violentadas; da Capes e do CNPq.

Apresentação do Projeto “Política de Drogas, autonomia e cuidado” no GAPA/SC

19/07/2024 18:43

No dia 25 de maio de 2024, no GAPA/SC, realizamos a apresentação do Projeto “Política de drogas, autonomia e cuidado:  contribuições do feminismo antiproibicionista em perspectiva antropológica”. Começamos o sábado pela manhã com um café da manhã coletivo, seguido pela dinâmica da teia para nos (re)conhecermos enquanto integrantes do projeto. Depois, tivemos uma parte expositiva e dialogada sobre o projeto, refletindo as implicações do proibicionismo no contexto brasileiro atual e em nossas vidas. No fim da manhã, iniciamos a produção das cadernetas individuais de campo e o planejamento para atividades futuras. Após muita conversa, tivemos um almoço coletivo de confraternização.

O projeto visa conhecer trajetórias e formas de vida de mulheres, mães, pessoas trans, negras, racializadas, e vulnerabilizadas e seus processos de ressignificação de violências e eventos traumáticos vividos em suas relações com as “drogas”. 

A partir da perspectiva do feminismo antiproibicionista, iremos compreender os fluxos e sentidos articulados por pessoas que têm suas existências diretamente atravessadas pelo controle repressivo, punitivista e violento vinculado à “guerra às drogas”.

Compreendendo tais experiências atravessadas por processos singulares e coletivos, nos interessa conhecer as estratégias e saberes acionados nesses processos e as reais possibilidades de construção de alternativas ao proibicionismo, diante da agenda política sobre drogas no Brasil.

O objetivo dessa pesquisa, portanto, é produzir reflexões antropológicas sobre a relação entre mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e a política de drogas na cidade de Florianópolis, com foco nos efeitos do proibicionismo no Brasil, nas relações no ambiente da cidade de Florianópolis, e nas estratégias políticas locais pelo reconhecimento de direitos de pesssoas usuárias de drogas e na busca pela autonomia em coletividade. 

Essa pesquisa é realizada pela Lupa – Laboratório Universitário de Políticas, Direitos, Conflitos e Antropologia em parceira com a Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (RENFA); a partir da chamada de apoio a fomento Engaged Research Grant da Wenner Gren Foundation. O projeto também conta com apoio do Ppgas/Ufsc – Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social; da Rema – Rede Transnacional de pesquisas sobre Maternidades destituídas, violadas e violentadas; da Capes e do CNPq.

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