-
Defesa da dissertação de Jo P. Klinkerfus
Publicado em 10/03/2025 às 08:46É com grande orgulho que celebramos a defesa da dissertação de Jo P. Klinkerfus, realizada no dia 17/02 (segunda-feira), com o título: “Melhor que filme de ação”: Uma etnografia do canal de YouTube da Polícia Militar de Santa Catarina, sob orientação da professora Flavia Medeiros (PPGAS/UFSC). A defesa ocorreu de forma híbrida, com um auditório cheio e mais de vinte pessoas acompanhando online, prestigiando este importante momento. A banca de avaliação foi composta pela professora Leticia Cesarino (PPGAS/UFSC) e pelo professor Lenin Pires (UFF).
Parabéns pela excelente defesa, Klinker! Que seu caminho acadêmico e profissional seja repleto de conquistas, e agora como doutoranda no PPGAS/UFSC. -
Roda de Conversa Direitos Humanos e Maternidades na Luta contra a Violência Estatal
Publicado em 16/02/2025 às 14:18O Laboratório de Política, Direitos, Conflitos e Antropologia (LUPA) da UFSC realizou no dia 14 de dezembro de 2024 a “ Roda de Conversa Direitos Humanos e Maternidades na Luta contra a Violência Estatal” com a presença da Ivanir Mendes de Souza.
🔍Ivanir Mendes de Sousa é doula, formada em Gastronomia e mãe de Moisés. Integra a RENFA/RJ, a Frente Estadual pelo Desencarceramento do Estado do Rio de Janeiro, e a Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência, movimento social protagonizado por mães e familiares de vítimas de violência letal do Estado e de pessoas privadas de liberdade. Além disso, atua em movimentos pelas mulheres, pela alimentação digna; pela moradia popular e pelo antiproibicionismo.
Essa atividade aconteceu na semana do dia 10 de dezembro, data em que se marca o Dia Internacional de Direitos Humanos.
🗓 Quando?
Sábado, 14/12 às 10h
📍 Onde?
Sintespe – Jardim Pref. Olívio Amorim, 82, Centro de Florianópolis -
Oficina “Direitos Humanos”: Moralidades, Mobilizações e Disputas com Lucía Eilbaum
Publicado em 15/02/2025 às 14:10O Laboratório de Política, Direitos, Conflitos e Antropologia (LUPA) da UFSC realizou a oficina “Direitos Humanos”: Moralidades, Mobilizações e Disputas, ministrada pela antropóloga Lucía Eilbaum, no dia 10 de dezembro de 2024, data em que a Declaração Universal de Direitos Humanos foi oficializada.
A oficina estimulou o diálogo e a reflexão crítica sobre a relação entre direitos humanos e políticas públicas a partir da perspectiva antropológica. Partindo de uma reflexão teórico-conceitual acerca dos direitos humanos, abordando o caráter polissêmico dessa categoria tão presente no cotidiano e ainda pouco compreendida, abordou-se a relação entre os direitos humanos e as práticas dessas categorias nas sociedades democráticas.
-
Oficina Educação Antirracista – Ebó Epistêmico no XI Seminário Internacional do InEAC
Publicado em 15/02/2025 às 12:14No dia 13 de novembro de 2024, aconteceu a Oficina Educação Antirracista – EBÓ EPISTÊMICO no XI Seminário Internacional do Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos da Universidade Federal Fluminense (INCT – InEAC – UFF).
-
Lançamento do livro “Injusta agressão’ e outras formas de contar a morte”
Publicado em 14/02/2025 às 12:05No dia 31 de outubro de 2024, aconteceu o lançamento do livro “Injusta Agressão” e outras formas de contar a morte”, de J.P. Klinkerfus (Caravana Grupo Editorial, 2024) mestranda do PPGAS/UFSC e integrante do nosso laboratório.
O evento contou com a presença da orientadora do trabalho, Flavia Medeiros, como debatedora e da revisora da obra, Victória Zanoni Martins como mediadora.
Local: Auditório do CFH, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis/SC.
Data e horário: quinta-feira, 31/10, às 19h.
-
Oficina de Agroecologia e Resistência no Território – Projeto “Política de drogas, autonomia e cuidado”
Publicado em 12/02/2025 às 11:56Como continuidade do ciclo de oficinas do Projeto Política de Drogas, Autonomia e Cuidado (Renfa/Lupa-UFSC/WGF), no dia 19 de outubro de 2024 aconteceu a Oficina de Agroecologia e Resistência no Território na Horta Urbana Conexão Raíz.
O encontro foi conduzido pela Daiane Piccoli e mulheres da comunidade que integram o movimento da horta. Durante a oficina conversamos sobre a história de ocupação do terreno, preparamos e plantamos em um canteiro da horta e também preparamos vasos com ervas medicinais para que cada uma leve para casa.
Data: sábado – 19/10
Horário: 9h
Local: Horta Urbana Conexão Raíz, ao lado da Praça da Comunidade da Serrinha
Rua Marcus Aurélio Homem, 560 -
Oficina de Cerâmica Artesanal – Projeto “Política de drogas, autonomia e cuidado”
Publicado em 11/02/2025 às 11:54No dia 05 de outubro de 2024, primeiro sábado do mês, realizamos a oficina de cerâmica como parte do projeto Política de Drogas, Autonomia e Cuidado (Renfa/LUPA-UFSC/WGF), no Parque Comunitário do Bico da Ponte localizado no bairro José Mendes, Florianópolis/SC. O local é um espaço público na baía Sul da Ilha de Santa Catarina, onde são promovidos diversos projetos, incluindo de turismo de base comunitária e cerâmica artesanal.
A atividade foi ministrada pela ceramista Iaiá e foi um momento para explorarmos de forma manual e orgânica a textura e formatos da argila, de exercitarmos a nossa criatividade e paciência, mas mais importante a troca e confluência de saberes ali compartilhados. A maioria das peças foram feitas a partir da técnica do belisco, considerada uma das mais antigas. Foi também um espaço para produção de vasos de cerâmicas que serão utilizadas em nossas próximas atividades.
O dia foi especialmente marcante, com um sol radiante que nos presenteou com um clima perfeito para estar ao ar livre e desfrutar do Parque durante a oficina. E fazermos também aqui, nosso agradecimento a Iaiá que ministrou a oficina maravilhosamente, com afeto, cuidado e paciência e também toda comunidade que preserva o Bico da Ponte como um espaço coletivo de contato com a natureza de forma respeitosa e generosa.
-
LUPA no Fazendo Gênero 13!
Publicado em 03/09/2024 às 17:39Nos dias 29 de julho a 2 de agosto, a LUPA, esteve presente no “Fazendo Gênero 13 – contra o fim do mundo: anti-colonialismo, anti-fascismo e justiça climática”.
Nos dias 29 e 30 de julho, aconteceu o Simpósio Tématico: Mulheres e Drogas: feminismos antiproibicionistas na construção de justiça e bem viver. Coordenação: Flavia Medeiros Santos (UFSC), Luana Malheiro (UFBA).
Descrição do simpósio: Nos últimos anos, o movimento de mulheres tem sido protagonista da resistência ao recrudescimento da extrema-direita em setores conservadores da sociedade e dos poderes políticos institucionalizados, assim como liderado a luta contra opressões estruturais e mecanismos históricos de reprodução de desigualdades. Por estratégias ancestrais de sobrevivência e transmissão de saberes, e por tecnologias sociais de subversão e emancipação, feministas tem se organizado em diferentes contextos em busca da construção de uma sociedade mais justa, menos violenta, mais tolerante, menos repressiva, mais acolhedora, menos desigual. A proposta deste ST parte do contexto da Rede Nacional de Feministas Antiprobicionistas (RENFA) que se organiza nacionalmente no combate do cistema heteropatriarcal racista e capitalista que tem na proibição das drogas uma ferramenta de poder para exploração de vulnerabilizações e aprofundamento de desigualdades. Nosso objetivo é reunir trabalhos que abordem de que forma feministas antiproibicionistas articula as pautas antirracista, anticapitalista, abolicionista penal, anticapacitista e antifascista incidindo no debate da política de drogas, bem como na construção de práticas de autocuidado e bem viver com(o) usuárias de drogas. Esperamos discutir como a interseccionalidade se impõe e como a atuação política perpassa o cotidiano, seja por sua cor, gênero, sexualidade, classe social, origem, moradia, e que se acentua às pessoas usuárias de drogas devido à repressão e militarização do controle sobre uso, consumo e circulação de drogas. Esperamos receber trabalhos com contribuições desde as perspectivas dos feminismos negro, transfeminista, interseccional, latinoamericano, agroecológico, antimanicomial e antiproibicionista que apresentem descrições e reflexões sociológicas, etnográficas, históricas filosóficas, artísticas, pessoais, jornalísticas e jurídicas sobre de que maneira, mulheres cis, pessoas trans, travestis e não bináries, negras, indígenas, latinas, mães, usuárias de drogas, sobreviventes do cárcere, trabalhadoras, militantes e ativistas, têm atuado para a construção de potências por estratégias e táticas de sobrevivência, resistência e subversão a um contexto no qual seus corpos e suas vidas são os principais alvos dos violadores de direitos civis e humanos.
No dia 01 de agosto, houve a Mesa Redonda 32, intitulada de “Direitos Humanos, feminismos antiproibicionistas e antipunitivistas: estratégias antifascistas”, na sala Goiabeira no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.
Com a participação de: Alessandra Teixeira (UFABC) – Resistências à colonialidade de gênero e ao racismo dos sistemas punitivos: ativismos desencarceradores e redes de cuidado; Flávia Medeiros (UFSC) – Coordenação – Política de drogas, autonomia e cuidado; Rochelle Facchineto (UFRGS) – Homicídios de mulheres e feminicídios: as disputas jurídicas em torno da classificação da violência letal contra mulheres no RS e Carolina Pommer (Representante da RENFA) – Debate.
Tivemos participações de pesquisadoras da LUPA em diversos Simpósios Temáticos do evento:
Jo P. Klinkerfus e Larissa Teixeira apresentaram o trabalho: “Decidindo o que é ‘violência de gênero’: Perspectivas etnográficas acerca de políticas de combate a violência de gênero em instituições públicas de Santa Catarina” no ST 187: Violências de gênero e distintos arranjos para seu enfrentamento: Pesquisas, Políticas e Redes de proteção.
Rebeca de Souza Vieira e Kellyn Gaiki Menegat apresentaram o trabalho: “Guerra às Drogas como instrumento de controle e aprisionamento de mulheres no Brasil: Os casos de Florianópolis e Salvador” no ST 018: Mulheres e Drogas: feminismos antiproibicionistas na construção de justiça e bem viver sob coordenação de Flavia Medeiros Santos (UFSC) e Luana Malheiro (UFBA).
Gabriela Fortunato Castro, realizou a apresentação do trabalho: “Antropologia, direitos humanos e feminismo: políticas frente ao ‘machismo acadêmico'” no ST 029: A inclusão de mulheres na carreira científica, no mercado de trabalho e na universidade: algumas interlocuções de gênero.
-
Pesquisadoras da LUPA premiadas na 34ª Reunião Brasileira de Antropologia
Publicado em 13/08/2024 às 10:01- Gabriela Fortunato Castro, autora do trabalho “Direitos humanos, transformações e continuidades: Uma etnografia da Comissão de Direitos Humanos da Associação Brasileira de Antropologia”
- Jo Pedro Klinkerfus autora do trabalho “Da ‘nota de pesar’ à ‘injustiça agressão’: Uma etnografia das narrativas sobre mortes escritas pela PMSC”
Com muita alegria, compartilhamos registros das premiações de nossas pesquisadoras da LUPA. A pesquisadora Gabriela Fortunato Castro pelo trabalho “Direitos humanos, transformações e continuidades: Uma etnografia da Comissão de Direitos Humanos da Associação Brasileira de Antropologia”; e a pesquisadora Jo Pedro Klinkerfus pelo trabalho “Da ‘nota de pesar’ à ‘injustiça agressão’: Uma etnografia das narrativas sobre mortes escritas pela PMSC”, ambos com orientação da professora Flavia Medeiros (UFSC).
Celebramos em coletivo esses trabalhos. 👏👏🏿👏🏾👏🏽👏🏼👏🏻
Parabéns Gabriela, pela menção honrosa na categoria Graduação do XI Prêmio Antropologia e Direitos Humanos na 34ª Reunião Brasileira de Antropologia
Sobre o prêmio “Antropologia e Direitos Humanos” da ABA:
Há mais de 20 anos, a ABA elegeu os Direitos Humanos como tema de concurso de monografias, em virtude da contribuição crítica que a Antropologia brasileira tem oferecido a esse campo teórico e político.
Nesta 11° edição, o PDH buscou estimular novas produções sobre o papel da antropologia, particularmente, os que enfatizaram reflexões sobre “pluralidade de saberes e práticas de pesquisa na antropologia”.
Parabéns Klinker, pelo X Prêmio Claude Lévi-Strauss, modalidade artigo, na categoria Graduação na na 34ª Reunião Brasileira de Antropologia.
Sobre o prêmio “Lévi-Strauss” da ABA:
A Associação Brasileira de Antropologia (ABA) lança a décima edição do Prêmio Lévi-Strauss como parte da programação da 34ª Reunião Brasileira de Antropologia (34ª RBA). O concurso é uma homenagem à contribuição de Claude Lévi-Strauss à Antropologia e visa estimular novas carreiras e dar visibilidade à produção original e de qualidade acadêmica desenvolvida na graduação.
-
LUPA na 34° Reunião Brasileira de Antropologia (RBA)
Publicado em 23/07/2024 às 09:31Confira os integrantes da LUPA que estarão presentes na 34° Reunião Brasileira de Antropologia, que ocorrerá em Belo Horizonte (MG), entre os dias 23 e 26 de julho.
“Territórios vivos, corpos plurais. Antropologia e saberes críticos será o tema da 34ª edição. Ele alude às diferentes lutas sociais e resistências em defesa da vida, dos territórios e dos corpos plurais diante dos contextos de crise e violências vividos e observados no Brasil e no mundo, na contemporaneidade. […]” (Associação Brasileira de Antropologia)
INTEGRANTE TÍTULO DO TRABALHO GT SESSÃO Flavia Medeiros Ebó Epistêmico: Propondo encruzilhadas e ressignificando a noção de extensão universitária. GT 21: Antropologia e Extensão Universitária Gabriela Fortunato Castro “Direitos humanos, transformações e continuidades: uma etnografia da Comissão de Direitos Humanos da Associação Brasileira de Antropologia” GT 102: Transições democráticas e controle social: repensando marcações temporais Sessão 2 Bruna Overbeck Mapeando Privilégios: uma etnografia sobre a branquitude e a circulação de drogas no território de Florianópolis GT 95: Saberes Plurais em torno do uso de Drogas Sessão 1 Nicolas Roberto Quadros Notas Etnográficas Sobre os Presos em Regime Semiaberto na Penitenciária de Florianópolis GT 057: Etnografias em contextos de violência, criminalização e encarceramento Sessão 1 Rebeca de Souza Vieira A violência no corpo e na subjetividade: relatos etnográficos de esposas e companheiras de pessoas em situação prisional em Salvador e região metropolitana GT 057: Etnografias em contextos de violência, criminalização e encarceramento Sessão 1 Kellyn Gaiki Menegat “De que adianta escrever certo se a gente nem sabe se chegou ao destino”: reflexões acerca da relação intra e extramuros produzida pelas cartas no cotidiano prisional. GT 057: Etnografias em contextos de violência, criminalização e encarceramento Sessão 1 J.P. Barros Klinkerfus Etnografar o canal de YouTube da PMSC: questões teórico-metodológicas de uma etnografia com métodos mistos GT 015: Antropologia digital: experiências, transformações, desafios e dilemas Sessão 3 Larissa Teixeira Pires Reflexões sobre família, ciúmes e sexualidades entre pessoas não monogâmicas sob a luz da Antropologia das emoções. GT 012: Antropologia das Emoções Sessão 1 Arthur Paiva Octaviano A “Dupla-Vida” do Estado na Mobilização da Juventude Kaiowá e Guarani GT 055: Etnografias de processos de resistência de povos indígenas em Estados de Exceção Sessão 3 Natália Barroso Brandão Usos e consumos do laudo pericial no combate e prevenção à tortura nas audiências de custódia SE 06 – Antropologia, Direitos Humanos e Ciências Forenses Sessão 1